Sweeney Todd: O barbeiro demoníaco da Rua Fleet

tão poderoso com essa lâmina em mãos

Sem enrolações: minha internet é ruim, e não deu tempo de assistir um filme mais novo pra postar por aqui. Então eu vou postar sobre Sweeney Todd, que é lindo, cantante, sangrento (de novo?), e apesar de ser um musical (eu odeio musicais, só pra constar) não é enjoado! E eu não sou suspeita pra falar, um musical tem que realmente ser bom pra que eu consiga assistir inteiro (é sério). A única coisa em que eu sou suspeita nesse filme é a junção que eu adoro: Tim Burton e Johnny Depp – só com a exceção de Alice que foi Disney mas não foi Burton, mas isso talvez seja assunto pra outro post – (se bem que só sendo Depp já fico feliz).

Voltando ao filme: é de 2007, e eu nem preciso reassistir pra comentar, considerando que já devo ter visto mais de 10 vezes.

Sweeney Todd: The Demon Barber of Fleet Street foi inspirado num musical da Broadway, de nome Sweeney Todd (ooh!) e conta a história de um barbeiro, Benjamin Barker (Johnny Depp) que  vivia com sua esposa Lucy (Laura Michelle Kelly) e sua filha Johanna (Jayne Wisener). Tudo ia bem até que o juiz Turpin (Alan Rickman) se interessou pela mulher do ainda Benjamin Barker e roubou-a para si, exilando o pobre Barker à Austrália. O juiz fica com a custódia da filha do barbeiro, Johanna, e com Lucy. E é isso que Benjamim quer de volta, 15 anos depois, ao regressar à Londres com sede de vingança e um novo nome: Sweeney Todd. Quando vai ao antigo lugar onde era a sua barbearia, Todd conhece a Sra. Lovett (Helena Bonham Carter) que conta sobre a morte de Lucy e aceita ser sua comparsa em seu plano de vingança.

Muito catchup, nem tanta ação e muita música. Confesso que assisti o filme só por causa de Johnny Depp, e no minuto em que começaram a cantar meu pensamento foi “droga, mais um musical!”. Mas vieram muitas e muitas surpresas. O filme não tem diálogos marcantes, afinal, são músicas, tem aquele ar macabro e escuro com pessoas excessivamente brancas que é bem a cara de Burton. O roteiro é bom, mas esse mérito não é de Burton, e sim do musical original. O final é extremamente marcante, dramático e surpreendente, e as músicas são extremamente agradáveis. O filme é macabro, com sangue voando a cada 5 minutos. Até  mesmo a “arte” do início do filme é sangue escorrendo (nos Estados Unidos algumas partes tiveram que ser censuradas, de tanto sangue que aparecia).

Eu passei um tempo pensando em um defeito para o filme, mas não encontrei. É o único musical que gosto, o único que já indiquei, e o único que sei todas as músicas de cor. Só um conselho: assistam, depois de 20 minutos você se acostuma com os diálogos cantantes e passa a apreciar. Não deixem de assistir só porque falei de tanto de sangue, mesmo você com o estômago mais fraco vai ver só catchup (o sangue não é dos mais realistas). Além do mais, não é sempre que se tem a oportunidade de ver Johnny Depp (que não tem uma voz tão boa, mas não chega a ser desagradável), Helena Bonham Carter (com seus agudos estridentes) e Alan Rickman (com sua voz gravíssima -pra quem não sabe, ele é o Snape de Harry Potter-) cantando. Enfim: assistam, e só.

Nota: 10

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