Archive for the ‘ Conn Iggulden ’ Category

“Sou a terra e os ossos dos morros. Sou o inverno.”

Não considerarei spoiller os fatos mais gerais da história do Cã, por que teria que parar para avisar muitas vezes. Seria como considerar spoiller dizer que Brutus traiu César, entendem? Se quiserem ir pra série sem saber nada (o que respeito), sugiro que não leiam, mas para quem vá leu os dois primeiros volumes isso não será problema. Bem, estão avisados.

A série O Conquistador (Conn Iggulden) conta-nos a história de Genghis Khan. E, meu Deus, que história! Acho que foi a personalidade que mais me impressionou, sinceramente. É absurdo, ao ponto de você imaginar até que ponto isso é verdadeiro. Que César e Napoleão me desculpem.

Vale a pena você conhecer, mesmo que não queira ler a série de Iggulden (até agora três livros), então vou tentar resumi-la para vocês. Temujin – seu nome de infância – nasceu na Mongólia, por volta da década de 1160. Neste tempo aquela terra era povoada por tribos rivais entre si, que viviam se engalfinhando. Cada uma era governada por um Cã. E filho de Cã, Temijin era. Certo dia seu pai, Yesuguei, é envenenado e morre. Como seus filhos poderiam reinvidicar o comando, o novo Cã deixa-os para morrer nas estepes sem gado, cavalos ou comida. E é assim, passando fome e contando apenas com o carisma que surge o homem que conquistou um território duas vezes maior que o império romano. Continue lendo

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“Ponha a mão no chão. Você está segurando história, garoto. A terra viu coisas que não podemos ver. Você está segurando sua família e Roma.”

A série O imperador, de Conn Iggulden conta a história de Julio César, imperador de Roma, desde sua infância até sua queda (quatro livros no total). São livros detalhados, com personagens bem construídos e com momentos de uma força linda de se ver.

Assim como Cornwell, Iggulden escreve romances históricos (a outra série dele é O Conquistador, que trás a história de Genghis Khan – falarei dela em outra ocasião). Assim como Cornwell, Iggulden consegue expor bem a mentalidade da época que retrata. Mas, diferente de Cornwell, ele escolhe como protagonista quem está no centro do acontecimento, não algum soldado anônimo ou senhor inventado. Sim, nosso protagonista é o próprio César. Continue lendo