Justiça seja feita

                                                                                                                                                                      Segunda chance (James Patterson) é um romance policial, continuação de primeiro a morrer – embora um só seja dependente do outro em alguns detalhes. Nele a policial (agora Tenente) Lindsay Boxer tem de lidar com uma onda de crimes que só se equiparam aos das noivas, do livro anterior. Inicialmente, o Departamento de polícia de San Francisco supõe que sejam motivados por simples ódio racial, porém Tenente Boxer não acredita em uma hipótese tão simples.

Não leio muitos livros policiais, então não tenho com quem comparar, mas gostei bastante do Segunda chance. Sua narrativa é rápida, fluida e, quando necessário, brutal (apesar de ter achado Primeiro a Morrer com cenas mais fortes). Para mim, o enredo não foi muito surpreendente – não que ele seja ruim. Não me fez ficar abismada, mas me prendeu e teve lá suas reviravoltas (embora parte dessas já fosse prevista também). Capítulos rápidos, descrições não muito detalhadas (apenas dos crimes), livro rápido. Continue lendo

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John Lennon Nosso que estás no céu…

DIA DO ROCK LEITOR(ES)(AS)(ANIMAIS)

Então, como eu (Renê) sou ateu, passei a adorar o rock. A partir disso, hoje é o dia mais sagrado de um rockeiro ateu. Esse Post será um post homérico, com contribuições de Mariana e de Alana.

Primeiramente, gostaria de dizer que não importa que rock seja; seja ele um Heavy metal setentista como Sabbath ou um oitentista como Metallica, seja ele um stoner rock como Queens Of The Stone Age ou um Indie como Vampire Weekend; esse é um dia de união espiritual com a música… para todos que não ouvem Restart e adjacentes.

A música pode trazer felicidade, depressão; mudar ou extremar seu humor. Música é sentimento, assim como poesia, assim como a vida.

moradores de aracaju… GOGO COVERAMA SÁBADO           o/

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“Mas ela é a Rainha dos Condenados, e os condenados não podem viver sem ela”

 Se você não leu O Vampiro Lestat e quer ter uma leitura feliz deste desconhecendo o final (coisa que aconselho veementemente) não leia esta resenha

A Rainha dos Condenados (Anne Rice) conta os desdobramentos do despertar de Akasha, acordada pela música de Lestat no final do livro anterior, pelo ponto de vista de vários vampiros – Lestat inclusive.

Acabei hoje e, no final das contas, gostei do livro. Porém, não tanto quanto gostei d’O Entrevista e nem de longe como do d’O Vampiro Lestat. E até chegar no gostar passei da raiva ao tédio. Decepcionei-me um pouco. Digo, com parte da história, com as primeiras páginas. Como minha opinião mudou muito do começo para o fim, dividirei minha resenha em duas: antes do show e depois do show. Vocês logo entenderão. Continue lendo

Nosso nome é Legião, porque somos muitos.

Quando ouvi falar do Como Se não houvesse amanhã fiquei encantada (A começar pelo título que me fez cantar imediatamente o refrão de Pais e Filhos). Este é um livro de contos (vinte no total) inspirados nas músicas de Legião Urbana. Bem, eu gosto um tanto de Legião. Gosto bastante, sendo sincera. Ao ponto de entrar no estado ‘Deus, eu quero ler isso’. Ainda mais quando vi o índice do livro: Ainda é cedo, Acrilic on canvas, Tempo perdido, Eduardo e Mônica, Giz, Há tempos, Monte castelo… vou parar, vejam o índice por vocês mesmos.

Enfim, eram vinte contos se entrelaçando com vinte músicas com as quais eu tenho uma relação muito íntima. Músicas que já fiquei tardes, noites a fio ouvindo e ouvindo e ouvindo. Músicas que não raras vezes me fizeram chorar, ficar melancólica. Ou rir, querer dançar, pular e bater palmas sozinha no meu quarto. Que me fazem lembrar de pessoas, sensações, momentos. De uma das bandas que mais sinto por não poder jamais ver um show. Era óbvio que esperava muito, mas muito mesmo dos contos. Continue lendo

The Fall Of Troy – Doppelgänger

SIM, O TREMA SOBREVIVE. TREEEEEEMA.

A queda de tróia nunca foi tão bonita, raivosa e inovativa quanto nesse álbum. Doppelgänger consegue misturar rock/metal progressivo com post-hardcore e gritos numa linda orquestra. Continue lendo

“O vento uiva pela noite trazendo consigo um aroma capaz de mudar o mundo”

O ciclo da herança conta a história de Eragon, um camponês órfão que mora com o tio e o primo em uma vila no meio do nada – Carvahall. Certo dia ele encontra uma estranha rocha oval com um mercador e decide comprá-la, ou roubá-la, não lembro.  Algum tempo se passa e a rocha mostra que não é exatamente uma rocha quando um dragão filhote sai de lá de dentro. Isso, obviamente, muda completamente a vida de Eragon (agora é um cavaleiro de Dragão, coisa que não se via há muito em Alagaësia) que se vê envolvido em um mundo que não é o seu.

A primeira vez que li Eragon adorei. Gosto de fantasia e dragões e este é o cerne da história de Chistopher Paolini. Tinha mistério, aventura, ação, uma narrativa boa. Alguns anos se passaram e eu desencantei da série. Não é que tenha deixado de gostar, até gosto, mas é um gostar fraquinho, sabem? Talvez se limite à curiosidade quanto ao final da história. Continue lendo

Eloïse’s Lover (2009)

“Eloïse’s Lover” narra a trajetória de Asia (Diana Gómez), uma jovem de 18 anos que está no hospital em estado de coma e é assistida pela mãe e o namorado, Nathaniel (Bernat Saumell). O filme conta como Asia foi parar no hospital, sua relação com a mãe, suas amigas e namorado e, principalmente, com Eloïse (Ariadna Cabrol), uma enigmática moça que a introduzirá em um novo mundo de sensações. Com ela, Asia será obrigada a relembrar de um doloroso episódio de seu passado, que sua mãe não está disposta que ela se recupere. Finalmente, enfrentando tudo e todos, Asia lutará para ser feliz em sua relação com Eloïse.

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