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John Lennon Nosso que estás no céu…

DIA DO ROCK LEITOR(ES)(AS)(ANIMAIS)

Então, como eu (Renê) sou ateu, passei a adorar o rock. A partir disso, hoje é o dia mais sagrado de um rockeiro ateu. Esse Post será um post homérico, com contribuições de Mariana e de Alana.

Primeiramente, gostaria de dizer que não importa que rock seja; seja ele um Heavy metal setentista como Sabbath ou um oitentista como Metallica, seja ele um stoner rock como Queens Of The Stone Age ou um Indie como Vampire Weekend; esse é um dia de união espiritual com a música… para todos que não ouvem Restart e adjacentes.

A música pode trazer felicidade, depressão; mudar ou extremar seu humor. Música é sentimento, assim como poesia, assim como a vida.

moradores de aracaju… GOGO COVERAMA SÁBADO           o/

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“Mas ela é a Rainha dos Condenados, e os condenados não podem viver sem ela”

 Se você não leu O Vampiro Lestat e quer ter uma leitura feliz deste desconhecendo o final (coisa que aconselho veementemente) não leia esta resenha

A Rainha dos Condenados (Anne Rice) conta os desdobramentos do despertar de Akasha, acordada pela música de Lestat no final do livro anterior, pelo ponto de vista de vários vampiros – Lestat inclusive.

Acabei hoje e, no final das contas, gostei do livro. Porém, não tanto quanto gostei d’O Entrevista e nem de longe como do d’O Vampiro Lestat. E até chegar no gostar passei da raiva ao tédio. Decepcionei-me um pouco. Digo, com parte da história, com as primeiras páginas. Como minha opinião mudou muito do começo para o fim, dividirei minha resenha em duas: antes do show e depois do show. Vocês logo entenderão. Continue lendo

Nosso nome é Legião, porque somos muitos.

Quando ouvi falar do Como Se não houvesse amanhã fiquei encantada (A começar pelo título que me fez cantar imediatamente o refrão de Pais e Filhos). Este é um livro de contos (vinte no total) inspirados nas músicas de Legião Urbana. Bem, eu gosto um tanto de Legião. Gosto bastante, sendo sincera. Ao ponto de entrar no estado ‘Deus, eu quero ler isso’. Ainda mais quando vi o índice do livro: Ainda é cedo, Acrilic on canvas, Tempo perdido, Eduardo e Mônica, Giz, Há tempos, Monte castelo… vou parar, vejam o índice por vocês mesmos.

Enfim, eram vinte contos se entrelaçando com vinte músicas com as quais eu tenho uma relação muito íntima. Músicas que já fiquei tardes, noites a fio ouvindo e ouvindo e ouvindo. Músicas que não raras vezes me fizeram chorar, ficar melancólica. Ou rir, querer dançar, pular e bater palmas sozinha no meu quarto. Que me fazem lembrar de pessoas, sensações, momentos. De uma das bandas que mais sinto por não poder jamais ver um show. Era óbvio que esperava muito, mas muito mesmo dos contos. Continue lendo